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sexta-feira, 22 de julho de 2011


Nas alturas!

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O Indricotherium era tão alto e pesado que assustava qualquer um:

Imagine um bicho que pesa mais do que 3 elefantes! Assim era o Indricotherium, um dos maiores que já viveu na Terra. Por causa do tamanho, os cientistas acreditam que nenhum outro bicho tinha coragem de atacá-lo.

Tamném conhecido como Baluchitherium e Paraceratherium, o Indricotherium era herbívoro e  procurava comida no topo das árvores.

Mas, com o tempo, este tipo de alimento foi desaparecendo e as florestas deram lugar à vegetação baixa. Assim, o Indricotherium foi extinto.

sexta-feira, 15 de julho de 2011


Imperador dos Oceanos:

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Não tem para ninguém: o tubarão domina os mares cheio de artimanhas para ser o mais poderoso dentro d'água:

Se o leão é o rei da selva, o tubarão é o rei dos oceanos! Ele é o soberano das águas: há 400 espécies diferentes nos mares (e em alguns lagos e rios) do planeta. Desde que surgiu, há 400 milhões de anos, o tubarão não mudou muito. Seu físico é tão perfeito que não precisou evoluir.

Eu sou bonzinho.......

O bicho não é tão mau quanto  parece. Cada espécie tem o seu prato favorito: a maioria curte peixes, crustáceos, leões-marinhos e focas.


Outras espécies só se entopem de plâncton (micro-organismos do mar). Algumas não têm frescura e comem de tudo: tartarugas, aves, lulas e até outros tubarões. Como você pode perceber, ele come seres marinhos, e só ataca humanos quando há destruição no oceano e ele não encontra alimentos. Existe gente que mergulha para ver tubarões!!

.....E também sou pilhado!!!


Espécies que vivem na superfície não têm bexiga natatória, órgão que ajuda a flutuar quando param. Assim, eles nadam o tempo todo. E não dormem. Se cansam, nadam mais devagar. Haja energia para tanta braçada, ou melhor, nadadeira!

quinta-feira, 14 de julho de 2011


Esse macaco é fera!

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Olá pessoal!

Hoje  vamos conhecer o godinotia! Veja uma ilustração dele:


Agora veja a ficha desse bicho:




Veja algumas curiosidades desse macaco pré-histórico:




Os braços e pernas eram ideais para saltar e andar nos troncos e galhos das árvores.
As mãos ágeis eram perfeitas para descascar frutas e segurar galhos.


Os dentes eram bem adaptados para comer insetos e frutas.


Diferente de algumas espécies de macacos atuais, o godinotia, provavelmente, vivia sozinho e só encontrava-se com alguém de sua espécie, na hora de namorar.


Ele tinha hábitos noturnos e seu nome é em homenagem ao descobridor de seu fóssil: Marc Godinot.


sexta-feira, 8 de julho de 2011


Bom de briga:

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O Betta adora arrumar confusão. Por causa de sua beleza, ele é um dos peixes mais procurados para os aquários.

O Betta splendens, ou simplesmente Betta, é um dos peixes mais populares do mundo. Não há quem resista ao seu colorido forte e à sua enorme cauda.

Ele vive em águas paradas, quase sem oxigênio. Por isso, adquiriu a capacidade de respirar ar graças a um órgão chamado labirinto, que fica em seu cérebro. Por ter um comportamento agressivo com peixes de sua espécie, o Betta ganhou o apelido de "peixe de briga". Em casa, no aquário ou na beteira, ele precisa ficar sozinho- nada de colocá-lo junto com outros peixes. Se bem tratado, pode viver vários anos.

Cuidados com ele:

  1. O aquário do Betta precisa ter capacidade para, no máximo, 2 litros de água.
  2. Não deixe o aquário exposto ao sol ou ao frio.
  3. Limpe o aquário uma vez por semana e troque só a metade da água. Complete com água filtrada.
  4. Dê comida duas vezes por dia e em pouca quantidade, para que os restos não acumulem no fundo do aquário.
  5. Uma vez por dia  coloque um espelho espelho na frente do aquário. O Betta vai achar que é um "inimigo" e se eriçar todo. Isso serve para que suas barbatanas não atrofiem.
Ficha do peixe:

  • De onde veio: Dos arrozais do sudeste asiático, especialmente da região do rio Mekong, no Tibete.
  • Características: O macho é maior do que a fêmea e tem uma cauda que se abre quando ele se sente ameaçado. A fêmea tem uma cauda comum e´pequena.
  • Dimensões: 15 centímetros de comprimento por 12 centímetros de largura.

quinta-feira, 7 de julho de 2011


Lobo em pele de carneiro:

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Ancestral das fofas ovelhas, o Andrewsarchus pode ter sido o maior carnívoro do planeta;

O Andrewsarchus se parecia com um lobo e era do tamanho de um rinoceronte, mas não tinha a ver com os dois animais. Acredita-se que ele seja ancestral de bichos como porcos, veados e carneiros.


Apesar de seus possíveis descendentes serem herbívoros, o bicho pode ter sido o maior mamífero carnívoro da história.

Até o seu nome é de meter medo. É mistura do nome do explorador que achou seus fosseis (Roy C. Andrews) com palavra "sarchus" (líder).

A fera vivia perto de praias e rios e seu prato predileto era tartaruga- com casca e tudo. Também é possível que ele gostasse de comer animais mortos. É quase certo de que vivia sozinho, e não caçava em grupos.


Ficha do monstro:

  • Altura:  até 1,8 metro
  • Peso: uma tonelada
  • Tamanho: até 5 metros
  • Alimentação: bichos herbívoros e tartarugas
  • Onde viveu: Ásia
  • Época: Eoceno, época entre 55 e 35 milhões de anos atrás.

terça-feira, 28 de junho de 2011


Superespinhoso:

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O Megalibgwilia espantava com seu visual cheio de espinhos.

Esse bicho de nome muito esquisito viveu há cerca de 2 milhões anos e fazia parte do grupo dos equidnas, mamíferos da Austrália e Nova Guiné que têm o corpo coberto por espinhos, focinho longo e língua comprida.

Animais parecidos com o Megalibwilia ainda existem hoje em dia, nas mesmas regiões, e têm características bastante parecida com as do bichão da megafauna.

Mas pouco se sabe sobre a vida do Megalibgwilia na Pré-história, pois até hoje não foram localizados muitos fósseis desse animal para estudo.

Mesmo assim, é provavel que ele se alimentasse de insetos variados e botasse ovos para ter seus filhotes.


Raio-x do espinhento:

Peso cerca de 10 quilos

Alimentação insetos variados, como besouros e cupins

Onde viveu na região da Austrália

Época Pleistoceno, entre 2 milhões e 50 mil anos atrás.

quinta-feira, 9 de junho de 2011


Bem devagar:

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Imensa e pesada, a preguiça- gigante era cheia de apetite:



Até cerca de 10 mil anos atrás, as preguiças-gigantes ainda existiam. Elas são parentes do atual bicho- preguiça, mas tinham mais ou menos o tamanho de um elefante.

Esses bichos viveram no continente americano, principalmente na América do Sul, eram herbívoros e passavam boa parte do dia comendo vegetais.

Como tinham poucos predadores e quase nada as ameaçava, as preguiças-gigantes viveram por milhões de anos na Terra e só sumiram quando o clima no planeta ficou quente demais para elas.

Raio-x da preguiça:
Altura: até 4 metros
Peso: até 7 toneladas
Alimentação: vegetais
Onde viveu: América
Época: Pleistoceno, entre 2 milhões e 10 mil anos atrás.
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quinta-feira, 2 de junho de 2011


Ele é especial!

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É fácil saber por que o mico- leão- dourado ganhou esse nome: seus pelos formam uma juba cabeluda, dourada e brilhante, como a dos leões.

Esse animal só existe na Mata Atlântica brasileira e esteve ameaçado de desaparecer do planeta. Muita gente lutou para preservar essa espécie e hoje a população de micos - leões- dourados está crescendo.

Os micos passam o dia entre as árvores, procurando frutos, insetos e animais pequenos para comer. À noite, eles se escondem em ocos de árvores para dormir tranquilos.

Se percebe a aproximação de uma cobra, uma jaguatirica ou um gavião, o líder do bando dos micos dá um assobio forte. Aí todos se escondem rapidinho entre os galhos.

quarta-feira, 11 de maio de 2011


Cheios de graça

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Eles são coloridos e fazem movimentos engraçados , como se quisessem divertir a plateia submarina. Por isso, ganharam o nome de peixes-palhaços.



Apesar da aparência frágil, vivem entre anêmonas, animais com tentáculos cheios de veneno paralisante, e contam com elas para se proteger de inimigos.



Não se sabe por que eles não são afetados pelo veneno, mas os cientistas acreditam que o corpo do peixe-palhaço libera uma gosma protetora que inibe a liberação da substância venenosa da anêmona.

Vários peixes -palhaços vivem na mesma anemona e o casal maior lidera o grupo e é responsável por gerar novos peixinhos.

Na paquera, o macho ergue as nadadeiras e nada depressa para se exibir. Enquanto mostra suas habilidades, ele já procura por uma superfície dura, onde a fêmea poderá liberar mais de 100 ovos.

Em seguida, o papai passa cerca de uma semana de olho nos futuros bebês, evitando a aproximação de inimigos e abanando as nadadeiras para que os embriões recebam água com bastante oxigênio.

Quando os ovos se abrem, liberam minúsculas larvas que passam até duas semanas flutuando na superfície. Nesse período, seu corpo se transforma. Logo os peixinhos descem em busca de uma anêmona segura para morar.

As anêmonas também saem ganhando com a presença deles, pois seus hóspedes coloridos atraem peixes maiores, que elas podem comer, e ainda devoram os restos de alimento que sobram, mantendo o corpo delas sempre limpinho.

sexta-feira, 6 de maio de 2011


Lindas e poderosas

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Olhando para elas, tão coloridas e estampadas, é difícil acreditar que as joaninhas fazem parte da família dos besouros, aqueles insetos que costumam ser grandes e ter um visual esquisito.

Pois saiba: tanto as joaninhas como seus parentes não fazem mal a ninguém. Pelo contrário.

Ao se alimentar de bichos que sugam a seiva de vegetais, as joaninhas diminuem o número de pragas que destroem plantações.

Existem mais de 5 mil espécies. E as cores e pintinhas servem como proteção. A estampa camufla as joaninhas entre as plantas e faz com que pareçam bichos venenosos. Daí, animais como formigas e aves desistem de comê-las.

A vida das joaninhas é um grande passeio. Elas voam por flores e plantas em busca de alimento e lugares seguros para pôr seus ovos. Nesse trajeto, ajudam na polinização das flores, pois levam com elas grãos de pólen entre uma planta e outra.

As joaninhas põem até mais de 20 ovos que, em geral, ficam embaixo de folhas até que as larvas saiam lá de dentro. Aí as larvas crescem e se grudam em galhos, folhas ou paredes e formam um casulo.

E lá elas ficam, imóveis, até que o corpo esteja pronto. Quando isso acontece, a joaninha sai do casulo e está pronta para conhecer o mundo.

quinta-feira, 5 de maio de 2011


Muito estranho

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O macrauquênia era um herbívoro diferente



Parece uma mistura de camelo, girafa e anta, mas é um macrauquênia, que viveu na América do Sul e sumiu da Terra há milhares de anos.

Seu nome significa algo como "grande lhama", mas ele não é parente de nenhum bicho atual.

Herbívoro, esse pescoçudo provavelmente andava em turmas, para se proteger de predadores. Diante do perigo, a turma se espalhava. E se fosse preciso, o macrauqu~enia se apoiava sobre as patas traseiras e golpeava o inimigo com as dianteiras.

quinta-feira, 28 de abril de 2011


Mistério submarino

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Adivinhe: o que é que é quase transparente, emite luz, flutua no mar e tem um veneno poderoso? Pensou em um alienígena? Nada dissso! É a água-viva, um bicho bem esquisito, que não tem esse nome por acaso: 98% de seu corpo é formado de água.

Também chamada de medusa, a água-viva não tem cérebro, mas possui sensores luminosos e táteis espalhados pelo corpo. E é aí que está o perigo: quando seus tentáculos encostam em qualquer coisa, células especiais liberam uma espécie de agulha que injeta veneno e parasita o inimigo. Assim, ela consegue se defender e capturar comida.

Os cientistas acreditam que algumas águas-vivas se comunicam liberando substâncias na água e outras produzem reações químicas em seu corpo que são transformadas em efeitos de luz e ajudam a confundir predadores e atrair presas.

sexta-feira, 22 de abril de 2011


Gostou da cor?

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A iguana parece um dinossauro, mas é um pequeno réptil simpático, que passa os dias entre os galhos, tomando Sol para se aquecer. Entre as árvores, ela se esconde de predadores e encontra folhas e frutas.

Sua pele é equipada com células especiais e, ao perceber qualquer perigo, ela fica quietinha e simplesmente muda de cor: pode ficar escura, mais clara ou até ganhar manchas alaranjadas para se camuflar ou assustar o inimigo. Quando nenhum truque funciona, a iguana corre até o rio mais próximo e foge nadando.

Esses animais vivem solitários e é possível até ver várias iguanas na mesma árvore, mas cada uma fica no seu galho, sem tomar conhecimento das outras.

Os machos e as fêmeas só se aproximam na época do namoro. Nesse período, sua pele ganha uma cor mais forte e brilhante para atrair a atenção dos parceiros.

Logo depois, as mamães cavam buracos onde depositam até 40 ovos de uma vez e vão embora. Em cerca de 15 semanas, todos os bebês nascem e então se separam e aprendem a se virar sozinhos na natureza.

Eles têm escamas bem verdinhas e brilhantes e, além de vegetais, comem insetos, larvas e cara mujos, pois precisam de uma dose extra de proteínas para crescer. Aos poucos, a pele vai ficando mais escura e ganha algumas manchas que facilitam sua camuflagem

Parece de pelúcia

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Os ursos de verdade também são peludinhos, fofos e têm aquele jeito manso e sossegado dos de brinquedo... Mas as aparências enganam. Alto e forte, esse bicho tem garras afiadas, sobe em árvores, passa dos 50 quilômetros por hora numa corrida e nada muito bem!

O urso marrom vive em regiões frias e ,no inverno, procura abrigo em buracos e cavernas. Escondido, ele se encolhe e passa a estação inteira dormindo. Nesse periodo, seu metabolismo fica lento para economizar energia. Durante o sono, ele queima a gordura que estocou no verão e no outono.

É no inverno também que as fêmeas têm seus bebês. Eles nascem com menos de 1 kilo, sem pêlos ou dentes e de olhos fechados. São guiados pelo cheiro e pelo calor da mãe para mamar. Ficam meses ali, só mamando.

No início da primavera, os filhotes já têm pêlos e energia para seguir as mães em busca de comida. Depois da longa soneca, devoram tudo o que encontram: plantas, insetos, mel, pequenos mamíferos e peixes.

Em tempos de pescaria, vários ursos são vistos juntos, mas em geral eles andam sozinhos. Com 4 anos, os jovens partem e vão viver suas próprias aventuras.

segunda-feira, 18 de abril de 2011


Tudo cor de rosa

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Quer garantir a animação de sua festa? Convide uma turma de flamingos. Eles adoram dançar e fazer gritaria, pois se comunicam por movimentos e sons.




Na época do namoro, machos e fêmeas fazem uma dança engraçada, andando juntos, movendo a cabeça de lado e gritando. Quando o bico de um macho encontra o de uma fêmea, os dois começam a namorar e passam a vida juntos.





O casal faz um ninho com lama, galhos e folhas e se reveza para chocar o ovo. Após cerca de um mês, nasce o bebê, pequeno e bem desajeitado.

Depois de uma semana, vários casais deixam os filhotes agrupados e, enquanto um adulto vigia a turminha, outros buscam comida. Na volta, os pais identificam seu bebê pelo som que ele emite.

Aos 6 meses de idade, os filhotes já estão prontos para conseguir alimento, voar e se virar sozinhos. Quer dizer, nem tanto, pois sempre estarão junto de muitos outros flamingos.

quarta-feira, 13 de abril de 2011


Ave do terror

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Por cerca de 20 milhôes de anos, os gastornis foi um dos predadores mais perigosos do planeta. Essa ave gigante não voava, mas era boa na corrida e usava o bicão para caçar.

Na hora de comer, nada de procurar minhocas e insetos. Tudo indica que os gastornis capturava presas grandes, como um tipo de cavalo pré- histórico, e outros bichos menores.

A espécie provavelmente foi alvo de mamíferos caçadores. Além disso, essas aves faziam ninhos no chão e o ovo e o filhote eram presas fáceis. Pelo jeito, a vida pré-histórica não era nada fácil!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011


Elegância é pouco:

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Pinguins: essa turma é muito engraçada.



Qual a ave que não voa, mas é capaz de nadar como um peixe? É o pinguin, que nada a mais de 40 quilômetros por hora, chega a 500 metros de profundidade e pode ficar submerso por quase 20 minutos.

Com penas pretas e brancas, ele parece sempre elegante, pronto para uma festa. Só que quando começa a andar em terra firme é todo desajeitado e até escorrega com a barriga.


Os cientistas acreditam que no passado os pinguins tenham perdido a capacidade de voar porque não precisam decolar do chão para sobreviver.

Tudo que necessitam está por perto: vivem cercados de água e se alimentam de seres aquáticos. Por isso, nadar é muito mais útil para eles do que voar.
Esses bichos simpáticos vivem apenas no hemisfério Sul do planeta. Suas 17 espécies se diferenciam por certas características físicas e pelo local onde moram.



** FICHA DO BICHO **

PESO: ATÉ 40 QUILOS
TAMANHO: ATÉ 1,15 METRO
ALIMENTAÇÃO: PEIXES PEQUENOS, CRUSTÁCEOS E MOLUSCOS
TEMPO DE VIDA: CERCA DE 30 ANOS.